Nosso fórum ;D
Nosso fórum está feito , só falta , ajeitar ele , arrumar os posts , skins , logo marcas , banners , e etc.
Se quiser nos ajudar , Me adiciona no mensageiro instantâneo ( MSN).
leafrazor@gmail.com
O nosso fórum por enquanto estará :
Status : Offline
Link : http://s9.invisionfree.com/High_Defence/ Redirecionar : http://www.forumdefence.vai.la
Bom Aproveito =D
Já estamos Preparando nosso fórum ;D
Quando estava viajando, andei pensando . Está faltando um mínimo detalhe para acabar tudo, pensei, e pensei…
No dia seguinte eu lembrei , so o está faltando o fórum.
Pois já me conformei, o fórum vai ser Invision Free.
Duvidas ? Perguntas ? Reclamações ? , Me adiciona no mensageiro instantâneo ( MSN).
leafrazor@gmail.com
Qual cor utilizar, e por quê ?
O que os olhos não vêem, o coração não sente? Sim!
A escolha da cor no desenvolvimento de qualquer projeto ou trabalho, é essencial e de prioridade máxima.
Já reparou no vermelho da Coca Cola, no azul da Nestlé, ou talvez no lilás da Oi Internet ?
Tudo possui um significado ou razão, e aplicando em Web isto com certeza é levado a sério!
Para ajudar, as cores podem nos afetar de 3 maneiras importantes:
1. Influência Biológica
2. Influência Cultural
3. Influência Individual
Muitos talvez não possuem conhecimento ou capital para realizar uma faculdade, e talvez um curso sobre este e assuntos relacionados.
Johannes Itten, pensando nisso, criou o maravilho Disco de cores.
Você pode visualizar o mesmo acessando este link: http://wellstyled.com/tools/colorscheme2/index-en.html
Bom Estudos
Portal iG – Em breve de cara nova!
Confira uma preview desta grande novidade:
(Preview do Novo Portal – Clique na imagem para ampliar)
Bacana né? É gratificante ver como os sites da Internet estão modificando seus conceitos e se atualizando para a “Web 2.0″.
Comente dando sua opinião sobre esta nova versão.
Um abraço a todos e vamos em frente!
Fonte das IMAGENS: Blog – Danilo Bezerra
Alone in the Dark

Alone in the Dark
Vai ser preciso muito mais do que uma simples lanterna
Para no fim conseguires ver a luz ao fundo do túnel!
Os fans de Resident Evil e Silent Hill que se preparem, o novo survival horror da nova geração está prestes a sair e é um adversário de peso, com um clima mais assustador que nunca e uma adrenalina que nos promete agarrar o comando como se a nossa própria vida estivesse em perigo, a quinta versão desta série aterrorizadora transforma Central Park num autêntico inferno, saido dos estúdios da Eden Studios, chega às nossas mãos através da Atari, armado com uma lanterna, poucas armas e munições, trás consigo também a Twilight Engine que promete revolucionar os jogos de terceira pessoa, programado para Março deste ano, tem como destino PlayStation3, Xbox360, PlayStation2 e Nintendo Wii. Fiquem com a antevisão exclusiva deste grande jogo que promete fazer perder a respiração.

Tudo acontece em Nova York
Ao contrário do que acontece em todos os outros jogos da série Alone in the Dark, o quinto jogo vai acontecer em Central Park, não sabemos aos certo porque o protagonista fez este percurso tão grande, mas o diretor do jogo, garantiu que esse facto vai estar explicado no enredo da história e nos cutscenes, o homem corajoso continua a ser o mesmo do primeiro jogo, chama-se Edward Carnby e volta com um visual diferente e mais moderno, sem bigode e com um casaco onde guarda as suas armas, na verdade, é o único sitio que tem para as guardar, pelo que vai ser impossível transportar sempre armas grandes e muitas ferramentas, parece que vamos ter de improvisar ao máximo com o cenário a nossa volta, ferros soltos, fogo, entre outras coisas, Central Park foi criado ao mais intimo pormenor, mas destruído no fim do jogo com brechas no chão e prédios a desmoronar, imaginem o cenário, lindo.

Foge pela tua vida!
Os primeiros minutos de jogo que o estúdio revelou à imprensa, deu para surpreender pela positiva e deixar muitos de queixo caído colocando o jogador numa intensa fuga pela vida, às mãos de um taxi! Aceleração, obstáculos, e muita adrenalina fazendo o jogador agarrar o comando como se a sua vida depende-se disso, gráficos e efeitos à altura das consolas de nova geração, a engine Twilight parece estar a altura de 2008, com uma jogabilidade incrível, o jogador vai ter de puxar pela cabeça para conseguir sair de muitas situações complicadas, pois aqui, esqueçam a expressão “armado até aos dentes”, a famosa lanterna dos jogos de survival horror para os cenários mais escuros faz parte das ferramentas, uma pistola, e pouco mais, imaginem que vão ter de improvisar ao máximo para arranjarem armas face à destruição do cenário e grupos de inimigos devoradores de sangue, imaginem um lança-chamas, que jeito que dava ter um à mão para queimar aquele inimigo ali ao fundo, pois então, peguem no vosso isqueiro, arranjem um spay que estiver mais à mão, e queimem-no até só se ver cinzas no chão, engine espetacular não?

Concluindo
Cenários reconstruidos ao pormenor, armas reduzidas e grande opção de ferramentas a partir do cenário, bom motor de vozes, um motor de jogo espectacular, e 120 pessoas a fazer tudo por tudo para o jogo chegar às nossas mãos em Março deste ano, vamos apenas rezar para que a Atari não se atrase no limite de tempo e consiga lançar a tempo, bem, um titulo survival horror a não perder pelos fans do mesmo, pois este promete uns belos sustos e uns pesadelos à altura dos grandes Resident Evil e Silent Hill
TimeShift

TimeShift
Quem não queria o poder de controlar o tempo?
Com este jogo, podem fazer isso e muito mais!
Dos estúdios da Saber Interactive, chega às nossas mãos, apartir da Vivendi Games (Sierra), o mais recente jogo tiro em primeira pessoa de ficção científica, teve como destino as plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox360. Apresentando uma nova engine, Saber3D Engine, em conjunto com a engine, Havok, responsável por muitos títulos de renome, acrescenta TimeShift à lista, que apesar de muitos pontos em que poderia se ter destacado mais, é uma óptima experiência de jogo e de ficção.

Duas realidades e sem fim para nenhuma
A história ficou com vários “buracos” no meio, pois apesar o nome do protagonista do jogo estar no manual do jogo, nem é prenunciado durante todo o jogo, e o jogo conta a história de um cientista, Doutor Aiden Krone, que trabalhava num projecto de uma máquina do tempo, conseguindo criar um fato com essa capacidade, o Alpha Suit, mas fica furioso quando o exército o quer para fins de guerra, então esse cientista pega no fato e volta atrás no tempo para criar um mundo à sua cara e onde se respeite a ciência, criando Krone Magistrate, a tua missão é pegar no Beta Suit (um fato idêntico ao Alpha Suit mas inacapado como diz o nome), e seguir Dr. Krone até 1939, onde te deparas com uma revolução contra ele, que tu vais apoiar, no fim do jogo, as consequências de alterar a linha do tempo não são reveladas.

Prince of Persia com pistolas?
Tal como o sucesso da Ubisoft, Prince of Persia, em TimeShift é possível parar, abrandar, e voltar atrás no tempo, o que vos vai facilitar muito a vida quando se encontrarem sozinhos contra um exército inteiro, que é praticamente o jogo inteiro. Isto só é possível com um fato especial e vai ser controlado com uma barra que indica o tempo que o podem utilizar, e que é recarregável com o tempo, assim como a vida, e se criticavam o Infernal (Eidos Interactive) por ser demasiado fácil por ele recuperar vida com as almas dos inimigos, então nem joguem este, que basta esconderes-te um pouco que a vida sobe rapidamente, o que tira muita dificuldade e experiência ao jogo.

Não, não é a Unreal Engine 3!
Alguns jogadores logo no inicio do jogo, principalmente aqueles mais amantes de jogos de tiro na primeira pessoa, podem chegar a confundir com a Unreal Engine 3, mas na verdade é uma engine exclusiva da Saber Interactive, e devo confessar que é muito impressionante a batalha intensa num ambiente chuvoso, que melhora com os efeitos de tempo, que por exemplo, parando o tempo com o fato, pára também a chuva e dá um efeito espectacular, assim como o visor manchado de sangue quando matam alguém à queima roupa ou se deparam com o vosso visor partido quando levam um tiro certeiro na cabeça, apesar disso, não foi usado a engine Havok em todo o seu potencial, mas proporciona gráficos lindos em DX9, sem precisar muito do DX10.

Conclusão
A jogabilidade apesar de alguns erros que afectam a diversão do jogador como não podendo morrer e voltar atrás para evitar tal destino ou o jogo tornar-se apenas “toca e foge” ao fim de umas horas ficando repetitivo e fácil devido ao renovar a vida, é uma óptima experiência de jogo e valeu a pena a espera, os gráficos compensam a história e um MultiPlayer ao nível de Unreal Tournament faz deste título uma óptima compra para jogar tanto sozinho como online com os amigos, não podem perder este titulo inovador na vossa colecção de shooters.
7/10
Matéria por: André Diogo

Evolução dos jogos

Boas pessoal, hoje decidi falar um pouquinho de tudo o que os jogadores debatem ultimamente, os gráficos da nova geração, e a jogabilidade que mais gostam e acham divertido, voltando um bocadinho ao passado, vamos relembrar os velhos gráficos e a velha jogabilidade que encantaram os nossos pais, e alguns de nós.
Gráficos vs Jogabilidade
PlayStation 3 e Xbox360, qual o maior trunfo delas? …eu respondo, apenas gráficos de nova geração como lhes decidiram chamar, combinado com televisão de alta definição (HD) proporciona aos jogadores uma realidade inacreditável, possível ver a relva em Pro Evolution Soccer 2008 e cada fio de cabelo em Final Fantasy, já para não falar na jogabilidade que o 3D nos proporciona, a velha câmera de plataformas tão famosa em Sonic, Super Mario e Donkey Kong, jogos que nos marcaram e marcaram o mundo dos jogos.
Vejam uma pequena evolução do Sonic The Hedgehog para a Mega Drive, e outro para a Nintendo WII e Super Mario até ao famoso Galaxy:




Diversão acima de tudo!
Mas afinal o que fizeram até hoje? …porque se esforçaram tanto? …eu continuo a ver o mesmo entusiasmo e diversão na cara dos jogadores de 1990 e 2000, continuo a ver horas e horas de diversão em frente aos jogos, afinal o que fizeram até hoje? Pois os gráficos mudaram, a jogabilidade melhorou, mas o que conta aqui, é a diversão que um jogo proporciona, por mais básico e estúpido que seja, interessa se é divertido, não se é bonito ou não.
Vou vos mostrar os géneros mais famosos, desde Fifa96 a Fifa08, e o primeiro Need For Speed até ao último Need For Speed Pro Street:




Jogos do paizinho
Eu ouço várias vezes do meu pai, “tens uma sorte enorme, eu ainda me lembro de ter de fazer os meus próprios jogos, porque não havia mais nada”, ele não só se estava a referir aos jogos de papel e tabuleiros com pequenas peças, como os jogos de computador, como ele diz, no tempo da imortal Spectrum, lançada na década de 1980, uma consola de jogos que trabalhava por cassetes de jogos, conseguia produzir apenas 15 cores, e tinha uma resolução gráfica de 250×192, com um teclado de 40 teclas, eram horas e horas e horas de puro “vicio” nos joguinhos antigos que, como eu digo, divertidos! onde estava a análise gráfica nestes joguinhos? pois, ninguém criticava, todos adoravam!
Deixo-vos umas imagens do primeiro Prince of Persia e o último The Two Thrones, ao lado de Street Fighter e ST Alpha 3:




Afinal o que andaram a fazer estes anos todos?
Vamos meter Doom ao lado do seu neto Doom 3, o que se pode concluir? ..nada.. Doom é Doom, façam o que fizerem, ok pronto, agora os monstros já metem medo, e já dá para ver se a cara da nossa personagem se está a rir ou a chorar, mas vá lá, a diversão é a mesma, aqueles que jogaram o primeiro, e agora têm a oportunidade de jogar o terceiro, a diversão não é a mesma? aquela sensação de pegar numa arma e sair a disparar por todas as salas pelos diversos monstros esquisitos, até completar o nivel? a diversão está lá toda, Need for Speed Pro Street demorou 20 meses para finalizar o fumo dos pneus, acabou por se esquecer da diversão, acho que já perceberam o meu ponto de vista.
Deixo imagens do famoso Doom e Doom 3, acompanhado de SimCity 2000 e SimCity 4:




Need For Speed: Pro Street

NEED FOR SPEED: PRO STREET
O showoff vai começar, sentem-se nas bancadas
e assistam à queda de um gigante da EA Black
Muito asfalto queimado, e muitos pneus desperdiçados… é o resumo a esta aposta da EA, que se me permitem a expressão, por “preguiça” não conseguiu elevar esta grande aposta que prometia bastante quando não passava de um projecto, a série Need For Speed, que nos tocou um pouco a todos desde o seu nascimento, chega ao final de 2007 com uma nota mediana e muito abaixo da média e o que lhe valeu ser ultrapassado por muitos rivais como Project Gotham Racing 4 e Juiced 2, ambos que souberam manter o que os fans apreciavam e não confiaram apenas na fama da empresa para as vendas no Natal.

A história de Ryan
Para esclarecer a dúvida de muitos jogadores, Pro Street não segue a história de Carbon como este fez com Most Wanted, é da mesma série não encaixa na história, começam o jogo com Ryan Cooper, um piloto novato que possui carros equipados mas utiliza-os legalmente, em concursos para os mesmos ou showoffs, e a história começa com a nossa personagem ser humilhada por Ryo (falta de imaginação para nomes, é parecidíssimo com a principal), conhecido por “Showdown King”, depois de ter ganho uma corrida, e como já devem conhecer da tabela do Most Wanted, têm de subir até ao topo para o derrotarem.

O fumo substituiu o neon
Need For Speed sofreu uma rotação de 360º na sua história, tudo o que tem vindo a desenvolver desde a série Underground que todos recordamos, com o irmão gémeo Underground 2, ambos melhorados com Most Wanted e brindado com Carbon, Pro Street vem trazer uma experiência de jogo completamente diferente, acabou o tunning e as corridas ilegais, tal como as emocionantes perseguições policiais com carros, jeeps e até helicópteros atrás de nós, para passar-mos a corridas totalmente legais, em concursos fictícios realizados em circuitos fechados, com showoffs, drags, e muitas outras novidades.

Onde está a adrenalina e a dificuldade?
Pois, porque a velocidade está cá toda em grande, com carros equipadinhos até à ponta do tubo de escape, mas acho que nem ai a EA acertou, onde estão as curvas apertadas e a toda a velocidade a queimar tudo o que é alcatrão com uma ajudinha do nitro? Aqui não vemos nada disso, a velocidade existe sim, mas bastante limitada com a adição dos danos nos carros, agora travas bastante cedo ou acabou a corrida para ti, pois um despiste a toda a velocidade contra a borda da pista dá-te direito a veres o pódio de longe.
Falando da dificuldade, humilha os jogadores mais dedicados, pois até com o jogo quase no fim a única coisa que tens de fazer é acelerar e ultrapassar, não existe qualquer estratégia nem IA dedicada como o Need For Speed nos habituou.

Piloto ou mecânico?
Uma das grandes novidades colocadas nesta nova série, no autosculp podes criar projectos de carros, equipá-los especificamente para a velocidade de Drag ou agilidade de Drift, como agora nem todos os carros podem correr em qualquer modo de jogo, esta opção dá-te a oportunidade de criares os teus melhores carrinhos para vencer um tipo de corrida específica, já para não falar que podes partilhar esses projectos com os teus amigos online através de uma conta da EA.
Como chegámos a ver na série anterior de NFS, agora foi melhorado, estou a falar no tubo de vento, onde podes testar a aerodinâmica do teu carro, tirando-lhe ou colocando velocidade entre muitas outras opções, agora os mecânicos influenciam tanto a corrida como os pilotos.

Arcade ou simulação?
O jogo está um bocadinho confuso neste parte, é dificil escolher um tipo especifico de rival para este jogo, simulação como Gran Turismo e Forza ou Arcade como Juiced 2 e PGR4? Pois nem eu sei definir, o que acontece é que nem eles sabiam o que queriam, e acabaram por falhar um bocadinho com cada uma.
O bom de Pro Street nas consolas da nova geração, como já devem estar fartos de ouvir, é os gráficos, que com um fumo que demorou 20 meses a aperfeiçoar, e os danos realistas, proporciona uma belo visual gráfico, já na jogabilidade deixa muito a desejar, como a fisica que não está 100% apurada.
Mas nem tudo é mau neste jogo, para quem gostar deste tipo de corridas ele até consegue ser bastante bom, para quem não goste, não gaste dinheiro com ele.
6/10

Protegendo arquivos Office 2007 com senha
Aprenda a proteger seus arquivos MS Office 2007 com a função criptografia.
Para realizar a proteção de um arquivo Office com a Criptografia primeiramente execute o arquivo (podendo ser um arquivo de texto, uma planilha e etc) depois clique sobre o Botão Office:

Agora va em Preparar / Criptografar documento:

Na janela que se abre coloque a senha desejada para o documento, depois repita a senha na janela de confirmação:

Salve o arquivo e pronto, agora esse arquivo só poderá ser executado mediante a apresentação dessa senha.
Para Remover a senha, abra o arquivo utilizando a senha adicionada por você e repita o caminho Botão Office/Preparar / Criptografar documento:

Repare que o icone da função Criptografar documento esta marcado (com uma caixa amarela ao fundo), quando clicar sobre ele uma nova janela se abrira, remova a senha de confirme no botão OK, agora é só salvar as modificações.
Espero ter ajudado e até a proxima
Observação:
Essa propriedade pode ser utilizada tambem no Office 2003.
Abaixo segue uma foto do Arquivo de Ajuda do Microsoft Office Word 2003

Fonte : Info Ajuda
Aulas de HTML Básico 5ª Aula e Ultima

Veja aqui a última aula de HTML Básico do Info Clube.
Venho aqui para dar a 5ª aula básica sobre HTML. Relembrando as aulas anteriores… vimos qual a estrutura básica de um código HTML, aprendemos um conjunto de regras para aplicação de comandos e os próprios comandos.
AULA 5
Como esta é a última aula desse curso de html básico, iremos, além de nossa aula, aprender um pouco mais. Tratando de comandos em HTML, observe no comando de fonte (a seguir):
<font color=red size=14 face=arial> TEXTO </font>
Neste comando, perceba a palavra-principal. É “font”. Ela está presente na abertura e no fechamento do comando. Depois da palavra-principal, encontramos instruções para a palavra-principal. Ou seja: a “font” tem que ser de “color” “red”, “size” “24″ e “face” “arial”. Simples. Note que usamos espaços entre as instruções e os comandos principais (neste caso “font”).
Já que estamos tratando sobre isso, iremos ver alguns complementos de comando:
MARQUEE
<marquee direction=XXXX> TEXTO </marquee>
Substitua XXXX pela “direction” do marquee. Exemplos: left (esquerda), right (direita), up (cima) e down (abaixo). Existem outros, mas no momento nos interessa isso.
IMAGEM
<img src="teste.extensão" border="X">
Em X, substitua por um numero que representará o número de pixels para formar a borda da imagem. Também existem outros complementos, pesquise-os!
EXERCÍCIOS
Para certificar de que você entendeu tudo nas aulas ao todo e sabe aplicar seus conhecimentos na prática, crie um site (releia as aulas anteriores se necessário) com 3 páginas. A HOME, a “SOL” e a “LUA”. A Index possuirá um link para cada uma das páginas e essas deverão ter o link “AVANÇAR”, “VOLTAR” e “HOME”, na medida do possível. Para conteúdo, tente colocar algum testo que fale sobre as páginas, ponha imagens e, enfim, formate bem. Ao concluir, poste aqui no fórum que terei um enorme prazer de te orientar (nesse caso upe e mande o link).
CONCLUSÃO
Nossas aulas de HTML Básico estão terminadas. E aí, satisfeito? Regular? Ou não valeu a pena? Bem, isso tudo possívelmente poderá variar e estou aqui, em nome do INFO CLUBE, para ensinar o que eu puder. Em casos de dúvidas com a matéria aprendida ou qualquer coisa do gênero poste no fórum (necessário registro no site).
Mas antes de ofialmente terminarmos, iremos dar uma conclusão final ao curso. Aprendemos neste primeiro curso de HTML Básico os comandos mais importantes para a construção de um site, como esse poderá ser formado dentro de uma codificação, a montagem de um site (diretórios etc) entre outras coisas. Mas e agora? Bem, meu próximo encontro com você sobre HTML será no curso que deverá sair ainda em JUNHO (estourando em julho) sobre HTML Intermediário. Se baseará em 10 aulas, isto é, duas vezes o tamanho desse. Não iremos mais mecher diretamente com os códigos (o que não impede de aprendermos mais coisas) já que usaremos um programa EDITOR DE HTML chamado NVu. É um freeware, que pesa pouco, e que tem funções simples porém suficientemente capaz de dar suporte a um webmaster intermediário.
A escolha desse programa, o NVu, deu-se porque seu concorrente, o Dreamweaver, é pago e tem muitas funções das quais não é interesse momentâneo explorá-las.
Se algum curioso já quiser logo saber sobre o programa, é possível encontrá-lo na nossa seção de downloads (do site).
Espero ter-lhe ajudado.
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